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CNI defende debate técnico sobre redução da jornada de trabalho

Para a entidade, é fundamental priorizar a negociação coletiva e a flexibilidade de cada setor produtivo

Brasil 61 / Redação Portal Prefeituras News
CNI defende debate técnico sobre redução da jornada de trabalho Presidente da CNI, Ricardo Alban / Iano Andrade/CNI

Em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, defende que o debate sobre mudanças na jornada e na escala de trabalho seja conduzido com método, premissas claras e avaliação de impactos.



A CNI sustenta que eventuais alterações na jornada não devem ser impostas de forma generalizada por lei. Para a entidade, é fundamental priorizar a negociação coletiva e a flexibilidade de cada setor produtivo.



Alban destaca ainda a liberdade de expressão como instrumento para encontrar as melhores soluções para os problemas do país. “Sabemos que o silêncio imposto é a antessala de escolhas ruins ou equivocadas. O que pedimos, com a serenidade de quem pensa no longo prazo, é que esse debate seja elevado, com menos disputa de narrativas e mais compromisso com resultados”, afirma.



Segundo ele, a sociedade espera de seus líderes um debate público baseado em método, transparência quanto às premissas e abertura para ouvir evidências divergentes. Ao mesmo tempo, ressalta que o país não pode abrir mão do aumento da produtividade, da geração de empregos formais, da competitividade, do equilíbrio fiscal e do bem-estar dos trabalhadores. Ele argumenta que esses objetivos não são incompatíveis, mas exigem políticas calibradas, diálogo social e responsabilidade.



Compromissos públicos



A CNI propõe que o debate sobre eventuais mudanças na jornada de trabalho seja estruturado a partir de critérios claros e de um caminho viável. Para isso, apresenta cinco compromissos públicos:




  1. separar o debate técnico do calendário eleitoral;

  2. adotar sistema de diálogo social, com participação de trabalhadores, empregadores e poder público;

  3. preservar a flexibilidade e a negociação coletiva como instrumentos centrais;

  4. estabelecer garantias para emprego formal e competitividade;

  5. vincular qualquer avanço a uma agenda de produtividade.



“A indústria brasileira quer fazer parte da mesa de discussões, mas defende — com a franqueza de quem responde pelo investimento, pelo emprego formal e pela capacidade de competir — que o país não pode se permitir a tomada de decisões que ampliem custos e fragilizem a produção sem contrapartidas de produtividade e sem desenho institucional adequado”, ressalta o presidente da CNI.



Para Ricardo Alban, o Brasil não pode trocar uma promessa imediata por um custo duradouro, especialmente para aqueles que dependem do emprego formal, do consumo e de serviços públicos de qualidade.



O artigo completo está disponível no Portal da Indústria.

Fonte: Brasil 61

Da redação Por:

Clodoaldo Silva 

📲 @clodoaldosilvaofc

A situação segue em atualização.

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